domingo, 24 de julho de 2011

O pandemônio histórico das religiões

A Queda dos Anjos Rebeldes, Pieter Bruegel, 1562.
A Queda dos Anjos Rebeldes (detalhe),
Pieter Bruegel, 1562.

Assim como panteão é palavra utilizada para designar o conjunto de deuses em uma determinada religião, pandemônio segue a mesma linha e referir-se ao coletivo de demônios. Muitas pessoas sentem um verdadeiro pânico ao ouvir esta palavra. Pronunciá-la então, nem pensar… Melhor dizer Dito-Cujo, Coisa-Ruim, Tinhoso, Chifrudo, Capiroto, entre outros e/ou, até mesmo, simplesmente "Ele" [Rsrs!].

Eu, sinceramente, não acredito no sobrenatural. Seja ele benigno ou, muito menos, maligno. Acredito que o bem e o mau vem das pessoas com seus dilemas e conflitos internos e existenciais. Sou um cético de carteirinha, no entanto descambando para uma postura mais agnóstica hoje em dia. Afinal, neste e em outros casos, não tenho a palavra final para afirma que coisas deste tipo existam ou não, apenas posso dizer que são pouco prováveis com base nos conhecimentos científicos alcançados até agora.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Ninguém tem um savoir-faire como o meu…

Joshua Bell
Joshua Bell, exímio exemplo de savoir-faire
na arte de toca violino. (Foto: Divulgação.)
Bem, para os que desconhecem o significado desta palavra, savoir-faire (/sávua-fér/) é só uma termo chique de origem francesa para designar o conhecimento processual. Numa tradução livre possui o significado de saber-fazer. Mas, no mundo da Administração, principalmente aqui no Brasil, é cada vez mais substituída pela versão inglesa know-how (/nôu-háu/) com mesma objetividade, mas de tradução livre só um pouquinho diferente, significando saber-como.

O savoir-faire, know-how ou conhecimento-processual, como queiram, é uma terminologia atribuída a nossa habilidade ou conhecimento de executar um determinado trabalho e, geralmente, está relacionada com a área profissional de uma pessoa. Isto é, toda a metodologia ou tecnologia para se resolver um problema ou fazer uma tarefa está dentro do campo do savoir-faire (conhecimento processual).

domingo, 26 de junho de 2011

Você conhece ou já usou aspas angulares?

Aspas Angulares
Aspas angulares, latinas ou francesas.
Imagem/fonte: Vide Mundus.

Raramente conhecidas e muito pouco utilizadas no Brasil, as aspas angulares ou francesas («…») são largamente empregadas na ortografia do português europeu.

Suas regras de uso são praticamente as mesmas das aspas curvas (“…”) das quais nós brasileiros estamos acostumados.

Mas a diferença na predileção por um tipo ou por outro entre as duas vertentes da língua portuguesa se explica pela influência que cada uma delas sofreu ou ainda sofre dos idiomas inglês e francês.

Historicamente, as aspas foram utilizadas pela primeira vez na Idade Média, principalmente a partir do século XII, destinadas a enquadrar uma palavra de significado duvidoso ou de ortografia equivocada, sinalizando ao leitor um termo a ser corrigido.